Não é fácil viver no vão,
Onde a permanência não responde
As nossas súplicas.
Deixe-me pulsar onde há espaço
O perigo talvez seja o vazio,
O fim de Tudo.
As dores me lembram que há vidas
Nascidas das feridas.
Elas te levam aos muitos sois-
A existência pulsante do ser.
(Millena Cardoso, 23/05/2025)
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